Saturday, January 28, 2012
como é que chama o nome disso
Abre os olhos pra ver o mundo
Tudo é novo para os teus olhos novos
Dá pra cada coisa um nome
Um nome novo e um sentido teu próprio
Abre os olhos pra ver o mundo
Tudo é novo para os teus olhos novos
Dá pra cada coisa um nome
Um nome novo e um sentido teu próprio
O Chicão completou um ano e meio de vida! E eu ainda me lembro bem de quando escrevi o post a fé num novo amanhecer, anunciando que estávamos grávidos. Apesar de tudo o que já fizemos neste intervalo, parece que foi ontem que vi aqueles dois risquinhos num palito.
Nesta vida de um ano e meio, Francisco já foi para a praia duas vezes, fez a maior festa no corredor do avião indo para Porto Alegre, já pegou horas de estrada para conhecer os parentes em Guararapes, começou voltar da creche de ônibus, mas o que ele gosta mesmo é de uma piscina.

Em Setembro de 2011 ele começou a andar. Foi uma baita emoção. Observar o cuidado que ele tinha para dar os passos, os braços soltos ainda sem saber onde ou o que segurar enquanto calculava cada passo antes de se soltar no chão.
Hoje ele anda, corre e faz pose se tombando pro lado para tirar fotos.

Fiz o que pude para não darem doces para ele. Consegui esta proeza até ele completar um ano, quando comeu o bolo do seu aniversário, e aí eu soube que esta paixão por guloseimas não teria mais volta.

Hoje ele tem oito dentes e come de tudo. E com os dentes começou também a falar umas palavras que não são só de vogais.
Claro que ele já falava mamãe e papai, tetê (para mamadeira), pepê (para chupeta)... Acho interessante este linguajar de bebês. Tetê é tão mais fácil falar do que mamadeira, não é?
Quando ele falou bola pela primeira vez, apontando para uma - bola, eu fiquei bobo.
Na sequência ele deve ter pronunciado vovô, vovó, Iéu (para chamar do Léo), nenê (para qualquer criança, incluindo ele nas fotos), Viii (sempre gritando, para chamar o primo Vinícius).
Chicão é fã de música. Ele canta e dança.
Um rápido flashback aqui.
No primeiro Festival de Cinema de Paulínia, eu acompanhava os amigos do NADA Audiovisual que concorriam com o curta Simplesmente, Hilda, e vi um diretor que disse ser o ganhador da Menina de Ouro do melhor curta regional, o nome dele é Marcos Luporini. E aí ele disse que tinha feito a Galinha Pintadinha. Eu ri. Não sabia do que se tratava. Isso foi em 2008.
Back to the future.
Chicão teve contato com o cancioneiro popular através dos DVDs da Galinha Pintadinha. Se aquele festival fosse hoje, eu iria pedir um autógrafo e dar um grande abraço neste figura que criou dois DVDs maravilhosos que nos dá uma folga nos dias puxados de cuidado com o nosso guri.
Para vocês terem uma ideia, eu fiz um longo intervalo enquanto escrevia este post para poder mostrar uns vídeos para ele aqui. E agora mesmo vou ter que correr porque ele tá com sono e acho que vou precisar niná-lo.
Só para encerrar, as palavras de Chicão.
Ele fala PORTA. Mas o interessante é ver como ele associou tudo que abre e fecha com a palavra porta. Por exemplo, se ele quer abrir uma bala, ele traz para mim e diz porta. Se ele vê a chave do carro, ele diz porta. Se ele quer fechar a caixa de brinquedos ele diz porta.
Por conta das músicas do Pequeno Cidadão, ele fala lua. E também fala tól, que quer dizer sol.
Tem mais palavras, mas agora tenho que partir.
E quando ele vai embora ele diz com uma entonação feliz: tááááállll!
Nesta vida de um ano e meio, Francisco já foi para a praia duas vezes, fez a maior festa no corredor do avião indo para Porto Alegre, já pegou horas de estrada para conhecer os parentes em Guararapes, começou voltar da creche de ônibus, mas o que ele gosta mesmo é de uma piscina.

Em Setembro de 2011 ele começou a andar. Foi uma baita emoção. Observar o cuidado que ele tinha para dar os passos, os braços soltos ainda sem saber onde ou o que segurar enquanto calculava cada passo antes de se soltar no chão.
Hoje ele anda, corre e faz pose se tombando pro lado para tirar fotos.
Fiz o que pude para não darem doces para ele. Consegui esta proeza até ele completar um ano, quando comeu o bolo do seu aniversário, e aí eu soube que esta paixão por guloseimas não teria mais volta.
Hoje ele tem oito dentes e come de tudo. E com os dentes começou também a falar umas palavras que não são só de vogais.
Claro que ele já falava mamãe e papai, tetê (para mamadeira), pepê (para chupeta)... Acho interessante este linguajar de bebês. Tetê é tão mais fácil falar do que mamadeira, não é?
Quando ele falou bola pela primeira vez, apontando para uma - bola, eu fiquei bobo.
Na sequência ele deve ter pronunciado vovô, vovó, Iéu (para chamar do Léo), nenê (para qualquer criança, incluindo ele nas fotos), Viii (sempre gritando, para chamar o primo Vinícius).
Chicão é fã de música. Ele canta e dança.
Um rápido flashback aqui.
No primeiro Festival de Cinema de Paulínia, eu acompanhava os amigos do NADA Audiovisual que concorriam com o curta Simplesmente, Hilda, e vi um diretor que disse ser o ganhador da Menina de Ouro do melhor curta regional, o nome dele é Marcos Luporini. E aí ele disse que tinha feito a Galinha Pintadinha. Eu ri. Não sabia do que se tratava. Isso foi em 2008.
Back to the future.
Chicão teve contato com o cancioneiro popular através dos DVDs da Galinha Pintadinha. Se aquele festival fosse hoje, eu iria pedir um autógrafo e dar um grande abraço neste figura que criou dois DVDs maravilhosos que nos dá uma folga nos dias puxados de cuidado com o nosso guri.
Para vocês terem uma ideia, eu fiz um longo intervalo enquanto escrevia este post para poder mostrar uns vídeos para ele aqui. E agora mesmo vou ter que correr porque ele tá com sono e acho que vou precisar niná-lo.
Só para encerrar, as palavras de Chicão.
Ele fala PORTA. Mas o interessante é ver como ele associou tudo que abre e fecha com a palavra porta. Por exemplo, se ele quer abrir uma bala, ele traz para mim e diz porta. Se ele vê a chave do carro, ele diz porta. Se ele quer fechar a caixa de brinquedos ele diz porta.
Por conta das músicas do Pequeno Cidadão, ele fala lua. E também fala tól, que quer dizer sol.
Tem mais palavras, mas agora tenho que partir.
E quando ele vai embora ele diz com uma entonação feliz: tááááállll!
Friday, January 06, 2012
i met the walrus
Um dia em 1969 um garoto de 14 anos entra em um hotel em Toronto e convence John Lennon a falar com os jovens sobre aquele momento. O nome do garoto é Jerry Levitan, ele passou a tarde com o Beatle e o seu entusiasmo mudou toda a sua vida.
Soube do livro chamado Eu conheci Lennon, traduzido por Marcelo Barbão e André Takeda há um tempo pelo blog do Takeda mesmo. No final do ano a Cíntia, uma querida aluna, pediu uma dica para presentear um amigo beatlemaníaco. Eu sugeri este livro, disse que poderia ser um bom presente. E não é que no último dia de aula a turma toda (Cíntia, Venâncio, Helô, Anelise e Adrien) aparece na escola para me presentear com este livro? Estes meus alunos são demais! No início de 2011 nós todos lemos o roteiro de An Education, do Nick Hornby e discutimos em aula. Foi um baita prazer fazer isso. E agora ganho este presente que eu indiquei, mas que nem sabia que era tão bacana.
I met the walrus foi um curta metragem indicado ao Oscar em 2008 e depois se tornou um livro.
Recomendo aos fãs de Lennon e aos jovens jornalistas. Empolguem-se!
Soube do livro chamado Eu conheci Lennon, traduzido por Marcelo Barbão e André Takeda há um tempo pelo blog do Takeda mesmo. No final do ano a Cíntia, uma querida aluna, pediu uma dica para presentear um amigo beatlemaníaco. Eu sugeri este livro, disse que poderia ser um bom presente. E não é que no último dia de aula a turma toda (Cíntia, Venâncio, Helô, Anelise e Adrien) aparece na escola para me presentear com este livro? Estes meus alunos são demais! No início de 2011 nós todos lemos o roteiro de An Education, do Nick Hornby e discutimos em aula. Foi um baita prazer fazer isso. E agora ganho este presente que eu indiquei, mas que nem sabia que era tão bacana.
I met the walrus foi um curta metragem indicado ao Oscar em 2008 e depois se tornou um livro.
Recomendo aos fãs de Lennon e aos jovens jornalistas. Empolguem-se!
Citei o livro no twitter e Jerry Levitan passou a me seguir. Ele disse que daria uma entrevista com prazer. Vou preparar algo mais pra frente (promessas, promessas). Mas o legal é poder trocar uma ideia com um cara que conheceu John Lennon!
Wednesday, December 28, 2011
resolutions
Querido diário, te abandonei, eu sei.
Mas meu filho tomou todo o tempo que eu tinha livre. E foi uma delícia.
Mais ainda, me mudei para a zona rural, agora moro em uma chácara deliciosa com meus sogros. Ano que vem Fabiana, Léo, Chico e eu iremos para o NOSSO apartamento. E isso só me faz ter a certeza de que eu continuo dando razão para o título deste blog, não é mesmo? Viver em constante mudança.
Hoje só pintei por aqui para dizer que tenho uma resolução para 2012.
E isso é até para o Francisco. Quero ter ao menos um post mensal para manter o blog vivo. Não vou prometer mais nada. Um post mensal, sem data certa, mas ao menos uma vez por mês. Quem sabe assim os amigos voltem a pintar por aqui. E Chicão vai poder ler tudo isso quando crescer. Se é que vai interessar.
Por hora é tudo.
Vou pegar a estrada com a família para passar a virada do ano em outros ares.
Pode vir 2012!
Mas meu filho tomou todo o tempo que eu tinha livre. E foi uma delícia.
Mais ainda, me mudei para a zona rural, agora moro em uma chácara deliciosa com meus sogros. Ano que vem Fabiana, Léo, Chico e eu iremos para o NOSSO apartamento. E isso só me faz ter a certeza de que eu continuo dando razão para o título deste blog, não é mesmo? Viver em constante mudança.
Hoje só pintei por aqui para dizer que tenho uma resolução para 2012.
E isso é até para o Francisco. Quero ter ao menos um post mensal para manter o blog vivo. Não vou prometer mais nada. Um post mensal, sem data certa, mas ao menos uma vez por mês. Quem sabe assim os amigos voltem a pintar por aqui. E Chicão vai poder ler tudo isso quando crescer. Se é que vai interessar.
Por hora é tudo.
Vou pegar a estrada com a família para passar a virada do ano em outros ares.
Pode vir 2012!
Tuesday, October 18, 2011
"Como traduzir o silêncio do encontro real entre nós dois? Dificílimo contar. Olhei pra você fixamente por instantes. Tais momentos são meu segredo. Houve o que se chama de comunhão perfeita. Eu chamo isto de estado agudo de felicidade."
Wednesday, July 27, 2011
imagine todas as pessoas vivendo suas vidas em paz

Não fui para New York, mas minha querida aluna e amiga Marília Diversi me levou para lá neste papel. =)
Não fui para New York, mas minha querida aluna e amiga Marília Diversi me levou para lá neste papel. =)
Wednesday, June 08, 2011
meu momento
Estou com saudades de escrever aqui e infelizmente não vai ser hoje que farei isso.
Mas resolvi dar as caras, afinal este blog é uma das várias paixões que tenho e não posso abandonar isso assim.
Hoje não fomos na yoga. Sim, a Fá e eu estamos aprendendo a conhecer nossos corpos e a respirar direito e já faz uns meses. E como não me dei o meu momento na yoga, resolvi fazer isso aqui, dando um alô para quem por aqui passa vez ou outra.
Quero registrar a minha cobrança em escrever aqui.
Devo ter algum dia livre nas férias do meio do ano e quero escrever sobre:
_ A Feiticeira, a nova peça do grande Daniel Martins.
_ Elvis e Madona, o romance do querido Biajoni.
_ Mãos que segurei, o disco do Encantoria, do meu velho amigo Domingos de Salvi.
Cobrança registrada, vou ali me juntar a Fá e ao Chico que anda se juntando à nós na cama nestes últimos dias.
Mas resolvi dar as caras, afinal este blog é uma das várias paixões que tenho e não posso abandonar isso assim.
Hoje não fomos na yoga. Sim, a Fá e eu estamos aprendendo a conhecer nossos corpos e a respirar direito e já faz uns meses. E como não me dei o meu momento na yoga, resolvi fazer isso aqui, dando um alô para quem por aqui passa vez ou outra.
Quero registrar a minha cobrança em escrever aqui.
Devo ter algum dia livre nas férias do meio do ano e quero escrever sobre:
_ A Feiticeira, a nova peça do grande Daniel Martins.
_ Elvis e Madona, o romance do querido Biajoni.
_ Mãos que segurei, o disco do Encantoria, do meu velho amigo Domingos de Salvi.
Cobrança registrada, vou ali me juntar a Fá e ao Chico que anda se juntando à nós na cama nestes últimos dias.
Sunday, April 24, 2011
meu guri

Os dias estão voando. A vida está acontecendo e eu percebo isso cada vez que olho pro meu guri e seus dois dentes crescendo demais. Esta foto aí foi no aniversário de 2 anos do Vinícius, o primo do Chico. Clique na imagem para conhecer o blog do padrinho do Chico, que foi quem fez este belo clique. Foi a primeira vez que Chicão entrou em uma piscina de bolinha e deu pra perceber que ele gostou, certo?
Os dias estão voando. A vida está acontecendo e eu percebo isso cada vez que olho pro meu guri e seus dois dentes crescendo demais. Esta foto aí foi no aniversário de 2 anos do Vinícius, o primo do Chico. Clique na imagem para conhecer o blog do padrinho do Chico, que foi quem fez este belo clique. Foi a primeira vez que Chicão entrou em uma piscina de bolinha e deu pra perceber que ele gostou, certo?
Friday, March 25, 2011
a blogosfera não morreu
Com os 140 caracteres ficando cada vez mais em voga (e voga ser uma palavra nada em voga e até feia, mas que eu acho interessante usar), é muito bom ter um tempo para poder navegar pelos blogs dos amigos e ver que eles estão atualizando e mandando muito bem.
Este aqui é para indicar novamente o blog da minha amiga Amanda Vox, que está novamente na ativa com o eu não gosto de dinheiro.
De lá, acabei conhecendo o Literomania, do amigo da Amanda: o Allan Kern.
Minha elegante amiga Mara Oliveira deixou o Lado B e agora escreve no Avessos.
E meus amigos Zé e Flávia deixaram as salas de aula para irem morar na fazenda. E de lá a Flávia posta suas novas. É o Diário da Fazenda.
Madoka, você está no Japão? E blogas daí? Onde está teu link, oras?
Este aqui é para indicar novamente o blog da minha amiga Amanda Vox, que está novamente na ativa com o eu não gosto de dinheiro.
De lá, acabei conhecendo o Literomania, do amigo da Amanda: o Allan Kern.
Minha elegante amiga Mara Oliveira deixou o Lado B e agora escreve no Avessos.
E meus amigos Zé e Flávia deixaram as salas de aula para irem morar na fazenda. E de lá a Flávia posta suas novas. É o Diário da Fazenda.
Madoka, você está no Japão? E blogas daí? Onde está teu link, oras?
Thursday, March 17, 2011
悲しい

Charge do Jean, na Folha de S.Paulo do último domingo.
No kanji do título se lê kanashii, que significa triste.

Charge do Jean, na Folha de S.Paulo do último domingo.
No kanji do título se lê kanashii, que significa triste.
Tuesday, February 22, 2011
somewhere
Não tem mais esta coisa de nowhere man.
Agora eu estou em algum lugar, não acredito que seja somewhere de Sofia Coppola, mas algum lugar chamado aqui.
Agora eu estou em algum lugar, não acredito que seja somewhere de Sofia Coppola, mas algum lugar chamado aqui.
Thursday, February 03, 2011
Wednesday, February 02, 2011
and the oscar goes to...

[clique para ler a versão digital, a matéria está na página 7]
Dia desses eu estava na escola preparando umas aulas quando recebo uma ligação do Jornal de Limeira, era a repórter Stefanie Archilli. Educadamente me perguntou se eu poderia comentar os indicados ao Oscar.
_Como!?
Depois do susto, de ter explicado que estava há meses desatualizado do que passava na grande tela e de só ter visto mesmo A Rede Social e A Origem, disse que sim, que seria divertido comentar.
Eu me senti como um Caetano Veloso de Limeira. risos
_Como!?
Depois do susto, de ter explicado que estava há meses desatualizado do que passava na grande tela e de só ter visto mesmo A Rede Social e A Origem, disse que sim, que seria divertido comentar.
Eu me senti como um Caetano Veloso de Limeira. risos

Quem tinha pedido para a Stefanie ligar foi o editor chefe do jornal, Carlos Chinellato, que foi meu chefe na redação da TV local que trabalhei por uns meses quando estudava jornalismo. Umas surpresas gratas assim no meio de uma tarde faz com que a vida pareça mais legal. Não comentar o Oscar, mas o fato de um amigo que não vejo há tempos lembrar de você assim para algo bacana. Se ele lesse o blog, eu deixaria um abraço pra ele.
Sunday, January 30, 2011
sete coisas que você queria saber e tinha medo de perguntar
Eu não costumo responder memes com frequência, mas quando estes chegam de figuras como o velho Brigatti, que me enviou este aqui, eu me sinto honrado e faço questão de participar.
Desta vez quem me enviou um foi o compositor marginal, ops bom rapaz Luis Capucho, cujas canções já foram cantadas por Cássia Eller, Pedro Luis, Suely Mesquita, Wado e o próximo a gravar será Ney Matogrosso. Olha só este comentário do Ney (curtiu a intimidade?) no Estadão de ontem:
E entre shows, filmes e peça, um disco novo começa a dar sinais de vida. "Sei que vou provocar um choque com algumas coisas que vou gravar, mas não estou nem aí." Por exemplo? "Uma música do Luis Capucho, que quero cantar. Isso vai ser um choque, estou abrindo passagem para umas pessoas extremamente talentosas, mas que o preconceito quer vê-las lá na lama, sem poder respirar."
Vai dizer que não dá orgulho de ser amigo de figuras assim? Mas quando eu o chamo de marginal, este caboclo não gosta. Ele se diz ser um bom rapaz. Tá certo.
Bom, o meme ou o que o Capucho chamou de prêmio consiste em linkar a pessoa que te enviou, listar sete coisas sobre você mesmo e indicar mais alguém para responder o meme. Vamlá?
Quem me enviou este "prêmio" foi o Luis Capucho.
1. sou pai há seis meses. o pai do francisco. ele é muito mais lindo do que eu imaginava;
2. eu não sei nadar, mas como dizia henfil: se eu ficar longe da piscina ninguém precisa saber;
3. odeio as unhas dos dedos dos meus pés;
4. curto muito viajar e conhecer novos lugares, mas gosto ainda mais de ficar em casa;
5. estou pesando 94kg e preciso perder pelo menos 14kg;
6. muitas vezes tenho certeza que as pessoas acreditam muito mais em mim e nas coisas que eu posso fazer do que eu mesmo. i'm definitely not a freight train of confidence;
7. há meses durmo com a mulher que amo and i feel fine.
E este prêmio aqui que veio via Capucho mandarei para minha senhora Fa Fioretti e para a Amanda Vox. Não me xinguem. Participem da corrente. =)
Desta vez quem me enviou um foi o compositor marginal, ops bom rapaz Luis Capucho, cujas canções já foram cantadas por Cássia Eller, Pedro Luis, Suely Mesquita, Wado e o próximo a gravar será Ney Matogrosso. Olha só este comentário do Ney (curtiu a intimidade?) no Estadão de ontem:
E entre shows, filmes e peça, um disco novo começa a dar sinais de vida. "Sei que vou provocar um choque com algumas coisas que vou gravar, mas não estou nem aí." Por exemplo? "Uma música do Luis Capucho, que quero cantar. Isso vai ser um choque, estou abrindo passagem para umas pessoas extremamente talentosas, mas que o preconceito quer vê-las lá na lama, sem poder respirar."
Vai dizer que não dá orgulho de ser amigo de figuras assim? Mas quando eu o chamo de marginal, este caboclo não gosta. Ele se diz ser um bom rapaz. Tá certo.
Bom, o meme ou o que o Capucho chamou de prêmio consiste em linkar a pessoa que te enviou, listar sete coisas sobre você mesmo e indicar mais alguém para responder o meme. Vamlá?
Quem me enviou este "prêmio" foi o Luis Capucho.
1. sou pai há seis meses. o pai do francisco. ele é muito mais lindo do que eu imaginava;
2. eu não sei nadar, mas como dizia henfil: se eu ficar longe da piscina ninguém precisa saber;
3. odeio as unhas dos dedos dos meus pés;
4. curto muito viajar e conhecer novos lugares, mas gosto ainda mais de ficar em casa;
5. estou pesando 94kg e preciso perder pelo menos 14kg;
6. muitas vezes tenho certeza que as pessoas acreditam muito mais em mim e nas coisas que eu posso fazer do que eu mesmo. i'm definitely not a freight train of confidence;
7. há meses durmo com a mulher que amo and i feel fine.
E este prêmio aqui que veio via Capucho mandarei para minha senhora Fa Fioretti e para a Amanda Vox. Não me xinguem. Participem da corrente. =)
Tuesday, January 25, 2011
cambridge
Sempre ouvi dizer que conseguir o CPE (o tal do certificado de proficiência de Cambridge) era coisa para loucos, que era difícil demais, mesmo pessoas que prestaram e passaram diziam que nunca mais queriam ver o exame de perto. Um dia eu tento tirar este certificado.
Venho pensando há quanto tempo estudo Inglês. Sem contar minhas primeiras aulas com a professora Ana Maria na 5ª série aqui em Limeira, que me fez decorar os verbos irregulares para chamada oral, estudo esta língua há 20 anos.
Fiz um curso no CNA em São Bernardo do Campo por 4 anos e meio. Saí de lá no que eles chamavam de High Advanced.
No Japão estudei por uns meses em uma escola com professor americano, era um curso de conversação. Eu era peão de fábrica e estudava com um cardiologista e dois engenheiros japoneses. Foi muito bacana para um cara de 18 anos (eu) usar a língua por necessidade mesmo, já que eu não falava Japonês.
Alguns anos depois, estudei 3 semanas (deveriam ser 4, mas na última semana fiquei vagabundeando pela cidade) na EF em Londres, tirei um certificado de Pre Advanced. Depois destas três semanas de estudo na escola, morei lá por mais 17 meses, mas infelizmente isso não contou como um período de estudo da língua.
Voltei para o Brasil e logo comecei dar aulas de Inglês em escolas de idiomas. Foi aí que tive que estudar mesmo. Aprendi muito. Me lembro de frases como: quem sabe faz, quem não sabe ensina ou fake it until you make it. Porque apesar de eu ter um bom Inglês (seja lá o que seja bom), não me sentia professor e isso eu contava para os meus alunos. Uns quatro anos depois, algumas palestras e treinamentos assistidos, vários alunos e dezenas de livros diferentes passei a me sentir professor de Inglês.
Descobri a Cultura Inglesa através da minha amiga Elga. Fui lá estudar. Entrei no CPE (que é o preparatório para o CPE, claro). Tive ótimos professores e vi o quanto eu ainda não sabia. Depois de ser aluno deles, passei por um treinamento puxado e virei professor da escola. Em quase três anos de Cultura Inglesa (o primeiro ano como aluno e depois como aluno e professor) senti que evoluí muito mesmo.
No entanto, depois de tudo isso nunca me senti preparado para prestar o tal do exame. Mas uma hora eu precisava fazer este teste. Fiz. Foi em dezembro. O exame mais difícil da minha vida. E não foi dessa vez. O resultado final aqui é 57/100. A média é 60. Três pontos a mais e eu talvez não estivesse sentado aqui fazendo este post (não se sinta ofendido, caro leitor).
A questão agora é largar a vagabundagem e me afundar de vez e de verdade na língua. Trabalhar com Inglês é o que eu mais tenho feito nos últimos anos. Dar aulas é o que paga minhas contas desde que virei adulto no Brasil. Vou prestar o exame de novo, lá pra 2015, mas vou. Por que? Porque depois que você conhece algo, não dá para fingir que aquilo não existe. Não é assim com você? E eu tenho inveja dos meus amigos, os tais dos loucos, que tem o certificado.
Além das minhas aulas de sempre, este ano darei aula para o ensino médio no Objetivo de Iracemápolis. Estou com uma outro proposta interessante para este ano também. Vamos em frente.
Venho pensando há quanto tempo estudo Inglês. Sem contar minhas primeiras aulas com a professora Ana Maria na 5ª série aqui em Limeira, que me fez decorar os verbos irregulares para chamada oral, estudo esta língua há 20 anos.
Fiz um curso no CNA em São Bernardo do Campo por 4 anos e meio. Saí de lá no que eles chamavam de High Advanced.
No Japão estudei por uns meses em uma escola com professor americano, era um curso de conversação. Eu era peão de fábrica e estudava com um cardiologista e dois engenheiros japoneses. Foi muito bacana para um cara de 18 anos (eu) usar a língua por necessidade mesmo, já que eu não falava Japonês.
Alguns anos depois, estudei 3 semanas (deveriam ser 4, mas na última semana fiquei vagabundeando pela cidade) na EF em Londres, tirei um certificado de Pre Advanced. Depois destas três semanas de estudo na escola, morei lá por mais 17 meses, mas infelizmente isso não contou como um período de estudo da língua.
Voltei para o Brasil e logo comecei dar aulas de Inglês em escolas de idiomas. Foi aí que tive que estudar mesmo. Aprendi muito. Me lembro de frases como: quem sabe faz, quem não sabe ensina ou fake it until you make it. Porque apesar de eu ter um bom Inglês (seja lá o que seja bom), não me sentia professor e isso eu contava para os meus alunos. Uns quatro anos depois, algumas palestras e treinamentos assistidos, vários alunos e dezenas de livros diferentes passei a me sentir professor de Inglês.
Descobri a Cultura Inglesa através da minha amiga Elga. Fui lá estudar. Entrei no CPE (que é o preparatório para o CPE, claro). Tive ótimos professores e vi o quanto eu ainda não sabia. Depois de ser aluno deles, passei por um treinamento puxado e virei professor da escola. Em quase três anos de Cultura Inglesa (o primeiro ano como aluno e depois como aluno e professor) senti que evoluí muito mesmo.
No entanto, depois de tudo isso nunca me senti preparado para prestar o tal do exame. Mas uma hora eu precisava fazer este teste. Fiz. Foi em dezembro. O exame mais difícil da minha vida. E não foi dessa vez. O resultado final aqui é 57/100. A média é 60. Três pontos a mais e eu talvez não estivesse sentado aqui fazendo este post (não se sinta ofendido, caro leitor).
A questão agora é largar a vagabundagem e me afundar de vez e de verdade na língua. Trabalhar com Inglês é o que eu mais tenho feito nos últimos anos. Dar aulas é o que paga minhas contas desde que virei adulto no Brasil. Vou prestar o exame de novo, lá pra 2015, mas vou. Por que? Porque depois que você conhece algo, não dá para fingir que aquilo não existe. Não é assim com você? E eu tenho inveja dos meus amigos, os tais dos loucos, que tem o certificado.
Além das minhas aulas de sempre, este ano darei aula para o ensino médio no Objetivo de Iracemápolis. Estou com uma outro proposta interessante para este ano também. Vamos em frente.
Monday, January 24, 2011
telefone
A licença maternidade da Fá chegou ao final. Ela voltou para o trabalho esta manhã. O Francisco começa na creche na próxima semana. Hoje estou com ele em casa, a sós. Estou achando isso um barato.
A Fá ligou do trabalho para saber como ele estava. Eu disse: fale com ele. Ela começou falar e ele, no meu colo, levantou a cabeça para procurar a mãe. Olhou pra um lado, olhou pra outro e ela ainda falando. Ué, deve ter pensado, de onde é que vem a voz dela?
Eu me amarro nestas novidades que eles nos apresentam.
Ele dorme agora.
A Fá ligou do trabalho para saber como ele estava. Eu disse: fale com ele. Ela começou falar e ele, no meu colo, levantou a cabeça para procurar a mãe. Olhou pra um lado, olhou pra outro e ela ainda falando. Ué, deve ter pensado, de onde é que vem a voz dela?
Eu me amarro nestas novidades que eles nos apresentam.
Ele dorme agora.




